Mudanças entre as edições de "AleloVegetal: Módulo Conservação"

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#Estrutura padrão para disposição e conservação de materiais biológicos que apresenta características físicas que permitem a definição de endereços de localização dos materiais nele armazenados, organizados em forma de níveis de hierarquia. Por exemplo, sendo o ''locus'' caracterizado como “Prédio da Coleção de Base”, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), identifica-se como ''cluster'' as câmaras frias de longo prazo, por apresentarem o mesmo modelo, tamanho e demais propriedades físicas, como a quantidade de prateleiras e o espaço para disposição de materiais.
 
#Estrutura padrão para disposição e conservação de materiais biológicos que apresenta características físicas que permitem a definição de endereços de localização dos materiais nele armazenados, organizados em forma de níveis de hierarquia. Por exemplo, sendo o ''locus'' caracterizado como “Prédio da Coleção de Base”, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), identifica-se como ''cluster'' as câmaras frias de longo prazo, por apresentarem o mesmo modelo, tamanho e demais propriedades físicas, como a quantidade de prateleiras e o espaço para disposição de materiais.
  
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#No [[Sistema AleloVegetal]], a primeira estrutura considerada, na hierarquia de níveis, é o modelo padrão definido na forma de ''cluster''. No exemplo da figura 2 (no alto), as câmaras frias denominadas como Módulos (M) 1, 2 e 3,  são tratadas como a ''primeira estrutura'', sendo registrada a quantidade três (3) módulos com as mesmas características e disposição para acomodar a mesma quantidade de acessos. O nível 1 dessa estrutura apresenta a estante (E); o nível 2 define a ordem das prateleiras; e o nível 3 (final) define a posição do acesso, conforme a quantidade máxima a ser acomodada no espaço disponível.
 
#No [[Sistema AleloVegetal]], a primeira estrutura considerada, na hierarquia de níveis, é o modelo padrão definido na forma de ''cluster''. No exemplo da figura 2 (no alto), as câmaras frias denominadas como Módulos (M) 1, 2 e 3,  são tratadas como a ''primeira estrutura'', sendo registrada a quantidade três (3) módulos com as mesmas características e disposição para acomodar a mesma quantidade de acessos. O nível 1 dessa estrutura apresenta a estante (E); o nível 2 define a ordem das prateleiras; e o nível 3 (final) define a posição do acesso, conforme a quantidade máxima a ser acomodada no espaço disponível.

Edição das 15h16min de 6 de agosto de 2019

AleloVegetal >
Sistema AleloVegetal
  1. Módulo Passaporte | Módulo pasaporte
  2. Módulo Observação | Módulo Observación
  3. Módulo Conservação | Módulo Conservación
  4. Módulo Movimentação | Módulo Movimientación
  5. Módulo Gestão | Módulo Gestión
  6. Módulo Configurações | Módulo Configuraciones

Módulo Conservação do Sistema AleloVegetal

O Módulo Conservação é um subsistema do Sistema AleloVegetal concebido para apoiar as atividades de gerenciamento de dados e informações necessárias à conservação física do acervo material de coleções e Bancos Ativos de Germoplasma (BAGs). Na prática, a conservação de acervos pode ser feita em formas diversas, como planta no campo, em telados, casas de vegetação, in vitro, na forma de lotes de sementes em câmaras frias, a -20 graus Celcius (para conservação a longo prazo) por exemplo. Na conservação ex situ (fora do local de ocorrência da espécie) as amostras de germoplasma são mantidas em períodos variáveis de tempo, conforme a características da espécie e os objetivos de conservação. Na forma In situ são conservadas populações de espécies nativas em seu ambiente natural, onde é possível se observar in loco o desenvolvimento e adaptação das espécies ao meio, como nas coleções mantidas em unidades estaduais, municipais e privadas de conservação, bem como os parques nacionais. (NASS, 2007)[1].

Esp. El Módulo de Conservación es un subsistema del Sistema AleloVegetal diseñado para respaldar las actividades de gestión de datos e información necesarias para la conservación física de colecciones de materiales de colecciones y Bancos de Germoplasma Activo (BAGs). En la práctica, la conservación de las colecciones se puede realizar de varias formas, como plantas en el campo, invernaderos, in vitro, en forma de lotes de semillas en cámaras frías a -20 grados centígrados (para conservación a largo plazo) por ejemplo. En la conservación ex situ (fuera del lugar de aparición de la especie), las muestras de germoplasma se conservan durante períodos de tiempo variables, de acuerdo con las características de la especie y los objetivos de conservación. En la forma in situ se conservan poblaciones de especies nativas en su entorno natural, donde es posible observar in loco el desarrollo y la adaptación de las especies al medio, como en colecciones mantenidas en unidades estatales, parques de conservación y municipales, así como parques nacionales. (NASS, 2007)[2].

Locus de conservação

Esp. Locus de conservación

O Módulo Conservação foi desenvolvido para possibilitar ao Curador ou responsável o gerenciamento organizado da rotina de manejo e conservação de sua coleção, considerando a existência de várias formas de conservação de germoplasma com peculiaridades de controle de dados e informações diferenciados. De forma conceitual, no AleloVegetal, o desenho da estrutura de conservação de coleções e bancos de germoplasma pode ser compreendido em dois níveis de informação. o primeiro define o seu lugar físico de localização, vinculado a uma instituição, denominado locus de conservação, conforme a figura a seguir:

Esp. El Módulo de Conservación ha sido desarrollado para permitir al Curador o responsable organizar la gestión y conservación de rutina de su colección, considerando la existencia de varias formas de conservación de germoplasma con peculiaridades de control de datos e información diferenciada. Conceptualmente, en AleloVegetal, el diseño de la estructura de conservación de las colecciones y bancos de germoplasma puede entenderse en dos niveles de información. el primero define tu lugar físico de ubicación, vinculado a una institución, llamado locus de conservación, de acuerdo con el siguiente figura:
Figura 1. Desenho do locus de conservação. Fonte:NTI/2019

Instituição

  1. Refere-se à instituição pública ou privada, responsável pela atividade de armazenamento e conservação de materiais, de germoplasma, do recurso biológico organizado em forma de coleção ou banco ativo de germoplasma (BAG). São exemplos de instituição: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), Embrapa Amazônia Oriental, Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR).
    Esp. Se refiere a la instituición pública o privada, responsable por la actividade de armazenamiento e conservación de materiales, germoplasma, el recurso biológico organizado como una colección o banco activo de germoplasma (BAG). Son ejemplos de instituición: Embraoa Recursos Genéticos y Biotecnología (Cenargen), Embrapa Amazonía Oriental, Instituto Agronómico de Paraná (IAPAR).

Local

  1. Refere-se à unidade política onde se localiza a instituição responsável pelo armazenamento e conservação de recursos genéticos, pode ser um município, unidade de federação ou cidade; contem informações de georreferenciamento (latitude e longitude);
    Esp.
  2. cada local cadastrado no sistema deve estar vinculado a um “local de referência” que possibilite a identificação da estrutura política regional e do país a que pertence. Se o local, por exemplo, for um município ou cidade, ele terá como “local de referência” a unidade regional ou da federação a que pertence; e este, por sua vez, deve estar vinculado a um país.
    Esp. Se refiere a la unidad política donde se encuentra la instituición

Banco

  1. Refere-se a banco ativos de germoplasma ou a outros tipos de coleção admitidas no sistema AleloVegetal para a realização do manejo de dados e informações de forma sistematizada; o termo banco identifica o nome da coleção na qual as informações do acervo de recursos genéticos serão organizadas;
    Esp.
  2. Uma instituição pode sediar mais de banco ou coleção, daí a necessidade de identificar e organizar as informações e atividades de cada um separadamente.
    Esp.

Locus

  1. O acervo de recursos genéticos de uma coleção pode ser conservado nos mais diversos recintos a depender de suas características, da infraestrutura, ou recursos de tecnológica da instituição, dentre outros; esses recintos são denominados no AleloVegetal como locus de conservação. Dentre os locus possíveis, citam-se como exemplos, um prédio de uma instituição, uma área reservada para casas de vegetação ou telados, uma “várzea” em uma instituição do tipo reserva biológica federal etc.
    Esp.

Cluster de conservação

Esp. Cluster de conservación

Após a definição da unidade de conservação (locus) o lugar físico onde está abrigado o acervo, é necessário se definir a unidade padrão de endereçamento, denominada cluster de conservação, sob o qual o endereço será padronizado, numa estrutura de níveis. A figura a seguir ilustra de que forma é organizada a estrutura de endereços de um espaço físico de conservação e a importância da criação do Cluster, unidade padrão de endereçamento, sob a qual pode ser localizado todo o acervo de acessos de uma coleção.

Esp. Después de la definición de la unidad de conservación (locus) el lugar físico donde está la colección, es necesario definirse la unidad de direccionamiento predeterminada, llamada cluster de conservación, bajo el cual se estandarizará la dirección, en una estructura de nivel. La siguiente figura ilustra cómo se organiza la estructura de direcciones de un espacio de conservación física y la importancia de crear el Cluster, unidad de direccionamiento estándar, bajo la cual puede estar ubicado toda la colección de éxitos de una colección.
Figura 2. Estrutura de endereço de localização; Fonte: NTI/agosto 2019

Cluster

  1. Estrutura padrão para disposição e conservação de materiais biológicos que apresenta características físicas que permitem a definição de endereços de localização dos materiais nele armazenados, organizados em forma de níveis de hierarquia. Por exemplo, sendo o locus caracterizado como “Prédio da Coleção de Base”, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), identifica-se como cluster as câmaras frias de longo prazo, por apresentarem o mesmo modelo, tamanho e demais propriedades físicas, como a quantidade de prateleiras e o espaço para disposição de materiais.

Estrutura em níveis

  1. No Sistema AleloVegetal, a primeira estrutura considerada, na hierarquia de níveis, é o modelo padrão definido na forma de cluster. No exemplo da figura 2 (no alto), as câmaras frias denominadas como Módulos (M) 1, 2 e 3, são tratadas como a primeira estrutura, sendo registrada a quantidade três (3) módulos com as mesmas características e disposição para acomodar a mesma quantidade de acessos. O nível 1 dessa estrutura apresenta a estante (E); o nível 2 define a ordem das prateleiras; e o nível 3 (final) define a posição do acesso, conforme a quantidade máxima a ser acomodada no espaço disponível.

O módulo apresenta os seguinte Menu de opções:

Menu Tabelas | Menú Tablas

AleloVegetal: Módulo Conservação > Menu Tabelas >
Menu Tabelas
  1. Tabela local de conservação | Tabla lugar de conservación
  2. Tabela cluster de conservação | Tabla cluster de conservación
  3. Tabela estrutura de conservação | Tabla estructura de conservación
  4. Tabela indicadores de conservação | Tabla indicadores de conservación
  5. Tabela associar indicadores de conservação | Tabla asociar indicadores de conservación
  6. Tabela grupos de conservação | Tabla grupos de conservación
  7. Tabela entidade de conservação | Tabla entidad de conservación
  8. Tabela tipo de variável de conservação | Tabla tipo de variable de conservación
  9. Tabela estrutura em níveis de conservação | Tabla estructura em niveles de conservación
  10. Tabela tipos de movimentação de conservados | Tabla tipos de movimientación de conservado

Menu Cadastro | Menú Registro

AleloVegetal: Módulo Conservação > Menu Cadastro >
Menu Cadastro
  1. Cadastro de endereçamento de conservação | Registro de direccionamiento de conservación
  2. Cadastro de valores de estrutura de conservação | Registro de valores de estructura de conservación
  3. Cadastro de valores de acesso conservado | Registro de valores de accesión conservado
  4. Cadastro de valores por indicador de conservação | Registro de valores por indicador de conservación
  5. Opção unificar valores possíveis de conservação | Opción unificar valores posibles de conservación
  6. Opção exportar indicadores de conservação | Opción exportar indicadores de conservación
  7. Opção gerenciar amostras | Opción administrar muestras
  8. Cadastro de lote de conservação | Registro de lote de conservación
  9. Opção analisar lote | Opción analizar lote

Menu Relatórios | Menú Informes

AleloVegetal: Módulo Conservação > Menu Relatórios >
Menu Relatórios
  1. Relatório de conservação | Informe de conservación

Menu Consultas | Menú Consultas

AleloVegetal: Módulo Conservação > Menu Consultas >
Menu Consultas
  1. Consulta por acesso conservado | Consulta por accesión conservado
  2. Consulta por lote de conservação | Consulta por lote de conservación
  3. Consulta por estrutura de conservação | Consulta por estructura de conservación
  4. Consulta por validade de avaliação | Consulta por validez de evaluación
  5. Consulta por indicadores de conservação | Consulta por indicadores de conservación


Referências

  1. NASS, L. L.; Recursos Genéticos Vegetais; Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia; Brasília-DF, 2007, Pág. 610.
  2. NASS, L. L.; Recursos Genéticos Vegetais; Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia; Brasília-DF, 2007, Pág. 610.